((( VINILGRAFIAS )))
Mostrando postagens com marcador Punk. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Punk. Mostrar todas as postagens

sábado, 13 de novembro de 2010

Suicidal Tendencies - Lights... Camera... Revolution! [1990]



Em tempos que se apregoam as "inovações" do Living Colour e do Faith No More, grupos como o Suicidal Tendencies - que já vinham idealizando há tempos novas metas para o som pesado - acabam meio esquecidos. Na verdade, o formalismo violento deste quinteto californiano é muito mais coeso do que boa parte das invencionices das tais bandas da moda. Lights... traz uma explosiva mistura de punk rock, hard funk e thrash metal, que tem momentos inigualáveis em faixas como "Alone" (uma pancadaria com alto teor pop), "Give It Revolution" (mix de funk com Black Sabath) e "Gon´N Breakdown" (trash com vocal rap). Uma paulada.


*Revista Bizz [abril/1991]






























|FICHA TÉCNICA|

lançamento|03 de Julho de 1990
produção| Mark Dodson, Suicidal Tendencies
estúdio| Rumbo Recorders, Canoga Park, Califórnia| Amigo Studios, Hollywood, Califórnia
duração| 42:52
selo|Epic
prensagem|Brasil
encarte|Não































|FORMAÇÃO|

Mike Muir | Vocal
Rocky George | Lead Guitar
R.J. Herrera | Drums
Mike Clark | Base Guitar
Robert Trujillo | Bass
































|MÚSICAS|

A1 "You Can't Bring Me Down" (Mike Muir, Rocky George) – 5:50
A2 "Lost Again" (Muir, George) – 5:16
A3 "Alone" (Muir, Mike Clark) – 4:24
A4 "Lovely" (Muir, Clark, Robert Trujillo) – 3:45
A5 "Give It Revolution" (Muir, Clark, R.J. Herrera) – 4:22
B1 "Get Whacked" (Muir, Clark) – 4:23
B2 "Send Me Your Money" (Muir) – 3:24
B3 "Emotion No. 13" (Muir, George) – 3:43
B4 "Disco's Out, Murder's In" (Muir, Clark, Herrera) – 3:07
B5 "Go 'N Breakdown" (Muir, Clark) – 4:39




|VÍDEOS|
You Can't Bring Me Down | Send Me Your Money | Alone








quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Rollins Band - The End Of Silence [1992]



|RESENHA|

Revista Bizz [Abril/1993]

"Life Is Pain" ("Vida É Dor"). Quase oculta entre as dezenas de símbolos espalhados pelas costas, braços e pernas de Henry Rollins, essa inscrição tatuada resume de modo exemplar a existência daquele que - junto a Ian "Fugazi" MacKaye e Jello Biafra - se tornou um dos ícones máximos da cena underground americana.
A história de Rollins mais parece roteiro de cinema. Durante a infância, em um subúrbio de Washington, ele foi barbaramente abusado pelo pai, de quem recebia surras e punições, sem qualquer motivo. Crescendo revoltado, Rollins viu o carinho materno ser trocado pelos preceitos do EST, um movimento doutrinário que busca incutir responsabilidade nas pessoas através de técnicas altamente agressivas e violentas. A temporada no internato militar de Bullis o manteve sob pressão, mas o pior baque veio no final de 91: diante de sua casa, Rollins viu o amigo Joe Cole ser assassinado a sangue-frio por um negro, com dois tirambaços na cabeça.




Pelo exposto, não teria sido surpresa se Rollins fosse hoje um membro da Ku Klux- Klan ou estivesse no hospício. Mas, em vez disso, ele conseguiu canalizar sua fúria em poesia e música.
Primeiro, como membro do S.O.A (ou "State Of Alert"), depois na lendária Black Flag (arquetípica formação hardcore extinta em 86) e, finalmente, na (Henry) Rollins Band.
Tal background ajuda a entender por que o cara raramente sorri e se mantém obcecado por falar de raiva, frustração, isolamento, paranóia e disciplina.



Como seus personagens adorados - Henry Miller, Iggy Pop, Céline e Miles Davis - Henry Rollins e sua arte são uma coisa só...
Vergonhosamente ignorada no Brasil, onde nunca teve um disco lançado, a Rollins Band está saindo por aqui com seu último trabalho, The End Of Silence.




|FICHA TÉCNICA|

lançamento|Fevereiro de 1992
produção|Andy Wallace
estúdio| Showplace Studios in Dover, NJ.
duração| 72:30
selo|Imago Records
prensagem|Brasil
encarte|sim

Vocals | H. Rollins
Guitar| Chris Haskett
Bass | Andrew Weiss
Drums | Sim Cain
Design | DesignForce
Design | [Tattoo Design] - Rick Spellman
Engineer| [Additional], Mixed By [Mix Consultant], Other [Rockjuicer], Technician [Sound] - Theo Van Rock
Mastered By | Howie Weinberg
Photography | Mark Weiss , Stephen Stickler
Producer| Mixed By| Engineer | - Andy Wallace




|MÚSICAS|

A1 Low Self Opinion 5:24
A2 Grip 4:50
A3 Tearing 4:58
A4 You Didn't Need 5:30
A5 Almost Real 8:03
B1 Obscene 8:50
B2 What Do You Do 7:22
B3 Blues Jam 11:46
B4 Another Life 4:51
B5 Just Like You 10:56




|VÍDEOS|

Tearing e Low Self Opinion



terça-feira, 2 de novembro de 2010

Body Count - Body Count [1992]



*Revista Bizz [Dezembro/1992]

Ice-T cometeu o máximo no cada vez mais explícito flerte entre rap e metal. Ele é espelho, sabe que seu rap não basta para garantir a atenção da mídia branca e o jeito é apelar para o rock. Mas é um oportunista com categoria. Com o Body Count, ele detona um hardcore furioso, uma metralhadora alucinada que atira em todas as direções. Não deu outra! Assim como as balas foram, tiveram resposta em forma de represálias generalizadas contra a banda. Aquela história da polícia do Texas reclamando de "Cop Killer" e forçando a gravadora a retirar a faixa do disco. Então você já sabe: nada de "morra, morra, morra porco... foda-se a polícia", na edição brasileira.




Também nem precisava disso para os caras ganharem o troféu Culhões do Ano. As outras letras são do mesmo calibre e destilam porções equivalentes de veneno. Em "KKK Bitch ", Ice-T bombardeia: "Ela ficou alucinada no banheiro do camarim/ chupou meu pau como uma porra de um aspirador/ Disse: ´Eu te amo, mas meu pai não brinca, ele é o chefão fodido da KKK (Ku Klux Klan). "Evil Dick" (algo como "caralho diabólico") é sexo, sexo e sexo. "Evil Dick gosta de lugares quentes e úmidos/Evil Dick não liga para rostos/ Evil Dick gosta de lugares jovens, apertados e pequenos...", canta o rapper dando uma de Wando.





O legal é que o Body Count não fica só em letras polêmicas. O grupo resgata um dos maiores valores do punk: a fuleiragem. Ninguém toca bem, mas todo mundo toca com raiva. O que já é mais do que bom em se tratando de rock´n´roll. A essência do gênero está na fúria. "Body Count Anthem" eleva essa teoria à potência máxima. Numa Over de guitarras saturadas e ritmos travados, o som arromba os alto-falantes com o grito de guerra dos caras. "Body Count´s In The House"e "Body Count" fecham a tríade com o nome da banda.





A primeira é o elo-perdido entre o trabalho solo de Ice-T e a pancadaria do grupo. A segunda é um punk rock típico com letra de rap - "Eu ouço isso toda noite! mais um tiroteio lá tensão cresce/junto com a contagem de corpos". "Voodoo" lembra Cramps, no tema e na levada groovie. Só que muito mais pesado. Entre um petardo e outro, vinhetas "politicamente incorretas" ou simplesmente absurdas costuram tudo. Ouça no talo que a treta com os vizinhos é garantida.




|FICHA TÉCNICA|

lançamento|21 de Agosto de 1990
produção|Ice-T, Ernie C.
estúdio|One-on-One Recorders, Syndicate Studio West (North Hollywood, California)
duração| 52:59
selo|Sire/Warner Bros. Records
prensagem|Brasil
encarte|sim

|FORMAÇÃO|

Ice-T – lead vocals
Ernie C. – lead, rhythm and acoustic guitars
Mooseman – bass
D-Roc – rhythm guitar
Beatmaster "V" – drums


|MÚSICAS|
A1 - “Smoked Pork" — 0:46 (Ice-T)
A2 - "Body Count's in the House" — 3:24 (Ice-T/Ernie C)
A3 - "Now Sports" — 0:04 (Ice-T)
A4 - "Body Count" — 5:17 (Ice-T/Ernie C)
A5 - "A Statistic" — 0:06 (Ice-T)
A6 - "Bowels of the Devil" — 3:43 (Ice-T/Ernie C)
A7 - "The Real Problem" — 0:11 (Ice-T)
A8 - "KKK Bitch" — 2:52 (Ice-T/Ernie C)
A9 - "C Note" — 1:35 (Ernie C)
A10 - "Voodoo" — 5:00 (Ice-T/Ernie C)
A11 - "The Winner Loses" — 6:32 (Ernie C)
B1 - "There Goes the Neighborhood" — 5:50 (Ice-T/Ernie C)
B2 - "Oprah" — 0:06 (Ice-T)
B3 - "Evil Dick" — 3:58 (Ice-T/Ernie C)
B4 - "Body Count Anthem" — 2:46 (Ice-T/Ernie C)
B5 - "Momma's Gotta Die Tonight" — 6:10 (Ice-T/Ernie C)
B6 - "Freedom of Speech"[12] — 4:41 (Ice-T/Biafra)

|VÍDEOS|

There Goes the Neighborhood

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Bad Religion - Recipe for Hate [1993]



Recipe for Hate é o sétimo álbum de estúdio da banda de punk rock americana Bad Religion, lançado em 21 de setembro de 1993. Foi o último álbum da banda na Epitaph Records antes da mudança para a Atlantic Records, que ocorreu antes de seu lançamento.

Eddie Vedder do Pearl Jam aparece como vocal de apoio em "American Jesus" e canta o segundo verso de "Watch it Die".

Segue mais fotos deste exemplar lançado no Brasil pela Paradoxx Music.






|FICHA TÉCNICA|

lançamento|21 de setembro de 1993
produção|Bad Religion
estúdio|Westbeach Recorders , Hollywood, California
duração|37:12
selo|Epitaph/Paradoxx Music
prensagem|nacional
encarte|Não






|FORMAÇÃO|

Greg Graffin – vocals
Brett Gurewitz – guitar, backing vocals
Greg Hetson – guitar
Jay Bentley – bass guitar, backing vocals
Bobby Schayer – drums

Participações especiais:
Eddie Vedder of Pearl Jam – guest vocals on "American Jesus" and "Watch It Die"
Johnette Napolitano of Concrete Blonde – guest vocals on "Struck A Nerve"
John Wahl – guitar on "Kerosene"
Chris Bagarozzi – guitar on "Kerosene"
Greg Leisz - Slide guitar on "Man With a Mission"
Joe Peccerillo - Lead guitar on "All Good Soldiers".





|MÚSICAS|

lado A
01. Recipe for Hate
02. Kerosene
03. American Jesus
04. Portrait Of Authority
05. Man With A Mission
06. All Good Soldiers
07. Watch It Die

lado B
08. Struck A Nerve
09. My Poor Friend Me
10. Lookin' In
11. Don't Pray On Me
12. Modern Day Catastrophists
13. Skyscraper
14. Stealth







|VÍDEOS|
American Jesus e Struck A Nerve




Related Posts with Thumbnails